PROJETO:
GUAXUPÉ, CAFÉ e CARBONO
Uma iniciativa focada na promoção de práticas agrícolas sustentáveis em Minas Gerais e São Paulo, que integra o cultivo do café de alta qualidade com a conservação dos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado brasileiro, reforçando o compromisso com a preservação ambiental e desenvolvimento social na produção de café.
Projeto Guaxupé, Café e Carbono promove práticas agrícolas sustentáveis, unindo produção de café, preservação ambiental e desenvolvimento social. Uma iniciativa que integra o cultivo do café de alta qualidade com a conservação dos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado brasileiro nos estados de Minas Gerais e São Paulo.
Abrangência e Impacto do Projeto

27 Fazendas Produtoras
Totalizando 5.291 hectares em área, em sua maioria no bioma da Mata Atlântica, com áreas de transição para o Cerrado, garantindo uma riqueza ecológica única.
1.454 Hectares de Vegetação Nativa
Sendo 242 hectares preservados além do exigido por lei, colaborando diretamente na redução de emissões de gases de efeito estufa.
1.894 Hectares de cultivo de café
Sob práticas sustentáveis, localizadas nos estados de Minas Gerais e São Paulo.
A região mantém a biodiversidade, protege recursos hídricos e evita emissões de carbono.
Análises Técnicas Detalhadas
O projeto realiza análises técnicas rigorosas, incluindo sensoriamento remoto, verificação do CAR, análise do uso do solo, análise fundiária, identificação de conflitos de posse e verificação da conformidade ambiental e da documentação fiscal, garantindo a sustentabilidade e a legalidade das práticas.
Sensoriamento Remoto
Mapeamento para identificar desmatamento e passivos ambientais.
Verificação do CAR
Checagem de informações sobre Reserva Legal e áreas protegidas.
Uso do Solo
Análise comparativa para mapear áreas que necessitam recuperação.
Conformidade Ambiental
Verificação de licenças e solicitações de órgãos de fiscalização.

Estudos Ambientais: levantamento da riqueza dos recursos naturais presentes
O projeto Guaxupé Café e Carbono valoriza o trabalho agrícola sustentável, fortalece a economia regional e contribui para o combate às mudanças climáticas. A proteção de áreas nativas mantém habitats para espécies da Mata Atlântica e Cerrado, assegurando a disponibilidade de água e protegendo nascentes.
Inventário Florestal
Levantamento de Fauna
Inventário Florestal
Quantificação de carbono no café
Análise de solo
Predominância da Floresta Estacional Semidecidual, essencial para a captura de carbono e a biodiversidade, com ~105 toneladas de carbono por hectare (tC/ha).
Presença de ao menos 82 espécies de aves, 39 de mamíferos, 9 de répteis e 11 de anfíbios, com destaque para espécies raras e ameaçadas de extinção.
Localização majoritária na bacia hidrográfica do Rio Grande, com corpos d'água com condições estáveis, indicando bom estado de conservação das APPs.
A análise revelou que as plantas armazenam, em média, 13,76 toneladas de carbono por hectare (tC/ha). Esses resultados evidenciam o papel crucial do café como um reservatório de carbono em sistemas agrícolas sustentáveis.
A análise revelou um estoque médio de carbono no solo de 139,35 toneladas por hectare (tC/ha) até 1 metro de profundidade, utilizando técnicas EMBRAPA.
Resultados e Impactos Positivos
403.414
Árvores Protegidas
49.106
Sacas de Café
3.342
tCO2e Compensadas
95.9K
tCo2e sequestrados
O projeto implementa mensurações baseadas no GHG Protocol, utilizando dados da Embrapa. As boas práticas agrícolas implementadas promovem a remoção de carbono da atmosfera, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e gerando impactos positivos na economia regional, no combate às mudanças climáticas e na preservação da biodiversidade.
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