IFRS S1 e S2 no Brasil: o que as novas normas de sustentabilidade significam para sua empresa

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) deu um passo pioneiro ao adotar os padrões do ISSB — especificamente o IFRS S1 (divulgações gerais de sustentabilidade) e o IFRS S2 (divulgações específicas sobre clima) — como referência para empresas brasileiras de capital aberto. Para o mercado corporativo, isso muda as regras do jogo.
O que são o IFRS S1 e S2?
O IFRS S1 exige que empresas divulguem informações materiais sobre todos os riscos e oportunidades de sustentabilidade que possam afetar seus fluxos de caixa, acesso a financiamento e custo de capital. O IFRS S2 foca especificamente em riscos e oportunidades climáticos, alinhando-se à estrutura do TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosures).
Quatro pilares do IFRS S2
As divulgações são organizadas em quatro blocos: Governança (como o conselho e a diretoria supervisionam riscos climáticos), Estratégia (como os riscos afetam o modelo de negócio), Gestão de Riscos (processos de identificação e mitigação) e Métricas e Metas (incluindo emissões de Escopo 1, 2 e 3).
Quem precisa se preparar agora
Empresas de capital aberto e, gradualmente, empresas de grande porte que acessam mercados de crédito internacional já estão no radar da CVM e de investidores ESG. O que é obrigatório para grandes empresas hoje se tornará requisito de mercado para toda a cadeia nos próximos anos.
O papel da Domani
A Domani integra inventário de emissões GHG, relatórios baseados em GRI e IFRS S2, e planos de descarbonização em uma jornada coesa. Sua empresa não precisa começar do zero — pode construir sobre o que já faz.

